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Google PageSpeed Insights Assistant

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Assistente Google PageSpeed Insights: transforme relatórios em código pronto a usar

Sabe que o seu site está lento, mas o relatório do Google PageSpeed Insights parece um muro de siglas — LCP, TBT, CLS, INP? O problema raramente é falta de dados. É saber o que corrigir primeiro, porquê, e como. É exatamente essa lacuna que este assistente preenche.

Não substitui o PageSpeed Insights. Faz o passo seguinte: interpreta o relatório, prioriza as correções e entrega o código pronto — para HTML, CSS, JavaScript, React, Next.js, Vue, Astro, WordPress, Nginx, Apache ou Cloudflare.

O que é o Assistente Google PageSpeed Insights

É um especialista técnico que trabalha a partir dos mesmos critérios do Google Lighthouse. Aponta-lhe um URL, um relatório PageSpeed ou o próprio código do projeto, e recebe uma auditoria completa às quatro áreas que o Google avalia: Performance (velocidade de carregamento e resposta), Accessibility (acesso para todos os utilizadores), Best Practices (segurança e padrões modernos) e SEO (prontidão para os motores de busca).

Para cada problema encontrado, devolve sempre a mesma estrutura clara: descrição, causa técnica, impacto real, prioridade, ganho esperado em pontos e o código da solução.

Como funciona, passo a passo

1. Recolhe dados reais e nunca inventa métricas. O assistente começa pela fonte de verdade. Aceita três entradas: um relatório colado do PageSpeed Insights, que analisa diretamente; um URL ao vivo, em que consulta a API oficial do PageSpeed para obter pontuações e Core Web Vitals de campo; ou o código do projeto, sem URL, fazendo uma validação estática contra 52 verificações Lighthouse, ficheiro a ficheiro. Uma regra é inviolável: se não há medição, não há número inventado. As métricas que exigem uma execução real do Lighthouse são marcadas como tal, com estimativas honestas e assunções explícitas.
2. Classifica os Core Web Vitals. Cada métrica central é avaliada contra os limites oficiais do Google. O LCP (Largest Contentful Paint) é bom até 2,5 segundos e fraco acima de 4 segundos. O INP (Interaction to Next Paint) é bom até 200 milissegundos e fraco acima de 500. O CLS (Cumulative Layout Shift) é bom até 0,1 e fraco acima de 0,25.
3. Identifica a causa e prioriza pelo impacto. O assistente sabe que a pontuação de Performance do Lighthouse é uma soma ponderada — o Total Blocking Time pesa 30%, o LCP e o CLS pesam 25% cada. Por isso ataca primeiro o que move mais a agulha, não o que é mais fácil. As correções são organizadas em três grupos: correções rápidas (alto impacto, baixo esforço), correções importantes (alto impacto, mais trabalho) e melhorias futuras (impacto reduzido).
4. Gera o código e estima o ganho. Cada recomendação vem acompanhada de código pronto a colar e de uma estimativa realista — "+8 a 12 pontos", "LCP menos 0,8 segundos", "menos 400 KB de transferência" — com o tempo de implementação, seja 5 minutos, 30 minutos ou 2 horas.

O que o assistente verifica

Em Performance, analisa recursos render-blocking, JavaScript e CSS não utilizados, imagens (formatos WebP e AVIF, dimensões, lazy loading, preload da imagem LCP), fontes (font-display, WOFF2), cache, compressão Brotli e Gzip, HTTP/2 e HTTP/3, CDN, Early Hints e tamanho do DOM.

Em Accessibility, verifica texto alternativo, labels de formulários, contraste de cor, estrutura de headings, ARIA, navegação por teclado e idioma do documento.

Em Best Practices, confirma HTTPS, ausência de mixed content, cabeçalhos de segurança, rel="noopener" e APIs obsoletas.

Em SEO, valida title, meta description, canonical, viewport, links rastreáveis, dados estruturados, Open Graph e Twitter Cards.

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Antonio Lopes

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